quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

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Pensei em mil maneiras de lhe dizer adeus com palavras; mas não consigo expressar o quanto foi bom, irritante, frustrante, gratificante, inspirador e, às vezes, cansativo te ter na minha vida.

Há sempre lembranças boas e ruins de um único momento. Há arrependimentos. São coisas que fazem parte da vida. Eu poderia ter te dado a atenção devida e poderia ter mudado esse fim. Ou apenas adiado o inevitável como fiz por muito tempo; até hoje.

Procuro por outro espaço. Talvez, eu não procure nada. Talvez, eu nem tenha o que procurar por já ter o que preciso e só falta tentar. Talvez, eu já nem saiba o que estou lhe escrevendo.

Sim, isso é um adeus. Não consigo escrever um adeus lhe mostrando a importância que teve para mim, Primeiros Esboços. Perdoe minha pressa nessa despedida. Há novos rumos para tomar e meus sonhos exigem 100% de mim.


Com amor e alívio,
Anna Oliveira.


Dizer adeus ao blog não significa parar de espalhar meus escritos por ai. ;) Clique aqui para ler meus textos no medium (e/ou clique aqui para me achar por ai). Muito obrigada à todos por cada visita, leitura e comentário.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Aquela Certa Canção

As fadas voavam livremente pelo salão. As moças sorriam com os lábios e olhares. Elas usavam vestidos rodados, elegantes e brilhantes. Havia uma paz no ambiente que envolvia todos os convidados; em especial, um jovem rapaz alto, o anfitrião, que usava trajes escuros com detalhes claros. Um contraste harmonioso com seu sorriso enigmático.

Uma pequena fada cochichou algo para o moço, bateu palmas empolgada e saiu voando para o meio do salão. Uma melodia diferente ecoou no ambiente. Era um som leve e dançante. A jovem do vestido mais bem elaborado procurou seu par para a dança; mas não o encontrou. Permaneceu no canto e, discretamente, balançava os dedos delicados ao ritmo da música. Ela sorria. Nunca havia se sentido tão bem em um baile.

- Concede-me esta dança?

Mais fadas encheram o salão. Fadas pequeninas com asas coloridas batiam palmas, voavam e dançavam.

- É claro! - a jovem desconhecia o rosto daquele rapaz; mas sentia paz em aceitar o convite repentino.

A música foi prolongada. A dança deles, a mais bem observada. O olhar do anfitrião sustentava o sorriso largo da moça enquanto eles giravam e se entendiam através dos passos dados. Ao mesmo tempo, as fadas cruzavam a esperança e o coração dos dois jovens dispostos a dançarem aquela certa canção.


Em todo texto, há uma história por trás. Algumas não são tão boas; outras, super fofas. Esse conto nasceu enquanto eu ouvia uma composição de um amigo. O Emanuel é um amigo de infância, músico e compôs uma abertura festiva para um concerto. Foi impossível não descrever as imagens que vieram à minha mente assim que eu ouvi a canção.  Espero que vejam fadas bailarinas com asas coloridas ao ouvirem uma música. É muito legal e inspirador! E, Emanuel, obrigada demais por compartilhar algumas das suas composições comigo. <3 hihi.
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